(Source: like-a-sweet-death, via arcticgorillaz)
(Source: like-a-sweet-death, via arcticgorillaz)
(Source: uncuntcious, via denyjon)
—Leminski (via dei-tar-me-ei)
(via c-e-u)
—Camila Costa
(Source: camilacosta, via a-amar-deactivated20120313)
—Machado de Assis in Quincas Borba
(Source: enttreaspas, via c-e-u)
—Cirandar, Poesia do povo.
(Source: ternuras, via amarguradamente-deactivated2011)
—Camila Costa. - trechos de nós.
(Source: camilacosta, via flutuares-deactivated20120426)
—Lais Caroline
—Com carinho, Cecília.
(Source: flor-de-papel, via zeugmas)
Era o vigário, o mais respeitado,
Dentre o povo da cidade.
Sorria largo e educado
Na plena mocidade.
Seu Vicente, o fazendeiro,
Era temido pelo povo
Matou com tiro certeiro
Caetano, muito novo.
Dona Jerusa, a doceira,
Era azeda como limão.
Tinha no quintal a macieira
Que dava muita confusão.
O velho Clóvis, o vendeiro,
Homem ordinário era
Era velho, o verdureiro,
E pai da linda Vera.
Vera, a moça tão formosa,
Cobiçada pela moçada,
Mas era simples, vergonhosa,
E já estava enamorada.
Enamorada pelo Moço
Dono de toda poesia
Da menina, que sem esforço,
Suspirava e sorria.
Desculpe se a história
Não agrada muita gente:
É amor e nenhuma glória
Que essa moça sente.
Escreve cá um bocado
Os sonhos que ela tem
Pra ter perto o moço amado
Que ela chama de Meu Bem.
—Outono de Mim, “Cordér”.
(via pequeninice)
—Camila Costa
(Source: camilacosta, via d-o-c-e)
—Clarissa Corrêa (via d-o-c-e)
(Source: neologismo, via d-o-c-e)